Bem-vindo(a) ao nosso BLOG, onde você conhecerá um pouco do ARTISTA e da sua OBRA, navegando nos DEPOIMENTOS sobre a minha trajetória durante esses 40 anos de ATIVIDADE ARTÍSTICA E EXPOSIÇÕES e também em REPORTAGENS na mídia. Acompanhará o que estou fazendo agora: PARAHYBAVISTA e JOÃO & MARIA, poderá acessar meu ATELIER e nossa GALERIA VIRTUAL, me acompanhará no TWITTER, e visitará a MINHA CIDADE...

Respire fundo e vá mergulhando (clique em F11 e veja em tela cheia, é melhor)... Siga o blog e dê uma espiadinha nas novidades que publico. Sem pressa...

Ouça a pianista Juliana Steinbach enquanto navega ♫ ♫ ♪ ♫ ...

BOA VIAGEM!

Postagem em destaque

A ARTE PRIMEVA DA HUMANIDADE: XAMÃ - PINTURA E FÉ NA CAVERNA!

  O que faço, porque faço, como faço e onde faço. O xamanismo dos caçadores pré-históricos baseava-se na crença de que vis...

sábado, 5 de agosto de 2017

432 ANOS: PARABÉNS PARAHYBA!

A capital da Paraíba teve vários nomes antes da atual denominação. Primeiro foi chamada de Nossa Senhora das Neves, em 05 de agosto de 1585, em homenagem ao Santo do dia em que foi fundada. Depois foi chamada de Filipéia de Nossa Senhora das Neves, em 29 de outubro de 1585, em atenção ao rei da Espanha D. Felipe II, quando Portugal passou ao domínio Espanhol. Em seguida recebeu o nome de Frederikstadt (Frederica), em 26 de dezembro de 1634, por ocasião da sua conquista pelos holandeses, em homenagem a Sua Alteza, o Príncipe Orange, Frederico Henrique. Novamente mudou de nome, desta vez passando a chamar-se Parahyba, a 01 de fevereiro de 1654, com o retorno ao domínio português, recebendo a mesma denominação que teve a capitania, depois a província e por último o Estado. Em 04 de setembro de 1930, finalmente recebeu o nome que tem hoje...

Bruno Steinbach. "Parahyba, opus I".
Acrílica/tela, 60 x 100 cm, 22 dez 2016. Parahyba, Brasil. 
Coleção: Lourdes Bonavides Mariz Maia. Recife (PE).
Obra patrocínio Parahybavista.

O PORTO DO CAPIM, ONDE TUDO COMEÇOU

"O Porto do Varadouro, popularmente conhecido como Porto do Capim, denominação que se acredita que surgiu devido à quantidade de capim que ali desembarcava para alimentar os animais que serviam de transporte naquela época, era o porto principal da cidade de João Pessoa quando o Porto de Cabedelo ainda não existia.
Em 1920, o Presidente Epitácio Pessoa (1919-1922) mandou fazer um Porto Internacional na bacia do Sanhauá em frente ao porto original. Obra que nunca se concretizou, houve desvio de recursos e falta de estudos para sua viabilidade. Hoje ainda existem vestígios de concreto armado fincadas as margens do Sanhauá. A partir de 1935, com a inauguração do Porto de Cabedelo e a efetivação do transporte ferroviário de João Pessoa para Cabedelo, o porto da cidade foi sendo gradualmente desativado, gerando a decadência da área - sendo com o passar dos anos ocupada por famílias carentes. Hoje o local vive o abandono, pois faltam saneamento e condições básicas de vida. "
Fonte:


Esta é uma vista parcial de quem chega pelo rio Sanhauá, vendo-se em primeiro plano o "Porto do Capim", onde tudo começou, seguido do Varadouro, com o centro histórico e a igreja de São Frei Pedro Gonçalves - onde havia uma cidadela, seguidos do casario corcoveando pelas ladeiras em busca da cidade alta, ao fundo. Na imagem acima: pintura de Bruno Steinbach. "PARAHYBAVISTA (SANHAUÁ, PORTO DO CAPIM e VARADOURO), opus I". Painel em acrílica/tela, 120 x 194 cm. Parahyba, dezembro de 2013. Acervo: Tribunal de Justiça da Paraíba. Em primeiro plano, os casebres do porto do capim e, depois, o casario antigo do varadouro; no alto, a igreja de São Frei Pedro Gonçalves, com a cidade alta e a Igreja de São Francisco, mais à direita, ao fundo.



Bruno Steinbach. "Parahyba e Sanhauá, opus I". 
Óleo/tela, 100 x 120 cm. 2005. 
Coleção: Desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcante Maranhão. 
Paraíba, Brasil.
Obra patrocínio Parahybavista.

DO RIO PARA O MAR

Conhecida como a cidade onde o sol nasce primeiro, devido ao ponto mais oriental das Américas se localizar aqui, nossa velha e charmosa Parahyba se esparrama verde e lindamente entre a belíssima praia do Cabo Branco e o crepuscular rio Sanhauá, oferecendo aos habitantes uma verdadeira viagem pelo presente e pelo passado.

Bruno Steinbach. "Ponta do Cabo Branco, opus IV". 
Acrílica/tela, 144 x 270 cm, abril de 2012. João Pessoa, Paraíba, Brasil. 
Acervo: SESC PARAÍBA - Centro de Turismo e Lazer do Sesc Paraíba
João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Bruno Steinbach Silva. "Cabo Branco, opus VIII". 
Acrílica/tela, 80 x 100 cm. Julho de 2015, Parahyba, Brasil.
Coleção: Geisa Galvão Ribeiro. 
João Pessoa, Paraíba.
Da série PARAHYBAVISTA - AGONIA E ÊXTASE

Bruno Steinbach Silva, "Cabo Branco, opus VI". 
Acrílica/tela, 70 x 100 cm.
Coleção: Lua Maia Pitanga.
 Patrocínio Parahybavista

Bruno Steinbach. "PHOENIX, opus I".
Óleo/tela, 50 x 70 cm, 2005, Parahyba, Brasil.
Coleção Marcelo Steinbach Silva (in memoriam).
Rebatizado para "ASA BRANCA, opus I", a pedido do seu novo tutor, Klécius Leite Fernandes.
Acervo: Klécius Leite Fernandes. 
Paraíba, Brasil.


Bruno Steinbach Silva. "Cabo Branco, opus IX". 
Acrílica/tela, 60 x 100 cm. Abril de 2016, Parahyba, Brasil.
Da série temática PARAHYBAVISTA.

Bruno Steinbach. "Parahybavista do Sanhauá, opus III". 
Infogravura/esboço/papel sulfite 180 gr, 29,7 x 42 cm, outubro 2013.
Parahyba, Paraíba, Brasil.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

O PEQUENO PRÍNCIPE

Este é Theo. Tive o prazer de passar uns dias trabalhando no seu retrato: encheu o atelier de luz. Não o conheci pessoalmente ainda, pois à época da encomenda da sua vovó Larissa Machado ele estava em Dubai - onde nasceu. Agora o pequeno viajante está morando em São Paulo - com menos de um ano, já percorreu distâncias maiores que eu (rss). 
Um dia vou querer conhecê-lo; pois, sendo filho, neto e bisneto de quem é, certamente será um homem de grande valor.

Bruno Steinbach. "Theo, o pequeno príncipe".
Acrílica/tela, 90 x 60 cm, julho de 2017.
Encomenda de Larissa Machado.
João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Coleção Particular







sábado, 10 de junho de 2017

A DOCE ZICA E O ENFEZADO TICO

Gosto muito de fotografar, principalmente mulheres, paisagens e aves.
Tenho a sorte de ter sido escolhido por alguns pássaros para ser seu cuidador; eles me seguem há anos e fazem seus ninhos no meu atelier, desde 2010 - já me mudei três vezes e eles continuam me visitando, para minha alegria e dos amigos que aqui vêm. 



Meus visitantes alados são beija-flores, sibitos, pardais, bem-te-vis e rolinhas - estas já estão na 22ª ninhada, que mostro aqui. Os filhotes partiram hoje, mas, como os seus pais Zefinha e Salatiel, e seus irmãos, sei que sempre me visitarão na hora do lanche.




A confiança dessas inocentes criaturinhas me enternece. Deixam que me aproxime, em recíproca e acolhedora curiosidade.




Rolinha [Columbina talpacoti] 

Adapta-se aos ambientes artificiais criados pela ação humana. Vive em áreas abertas; o desmatamento facilitou sua expansão, em especial nas áreas formadas para pasto ou agricultura de grãos. Entrou nas grandes cidades das regiões sudeste e centro-oeste do Brasil; Alimenta-se de grãos encontrados no chão. Havendo alimento, reproduz-se o ano inteiro. O casal mantém um território de ninho, afastando as outras rolinhas de perto. O macho possui um canto monótono, de dois chamados graves e rápidos, repetidos continuamente por vários segundos. Os ninhos são pequenas tigelas de ramos e gravetos, feitos entre cipós ou galhos, bem fechados pelas ramadas do entorno. Postura de 2 ovos, chocados pelo macho e fêmea entre 11 e 13 dias. Os filhotes saem do ninho com no máximo 2 semanas de vida. O casal, às vezes dois dias depois, já inicia nova ninhada, quando as condições ambientais permitem. O filhote sai com traços da plumagem de cada sexo. O macho, com penas marrom avermelhadas (foto), cor dominante no corpo do adulto, em contraste com a cabeça, cinza azulada. A fêmea é toda parda. Nos dois sexos, sobre a asa uma série de pontos negros nas penas. Muito agressivas entre si, embora possam formar grupos, disputam alimentos e defendem territórios usando uma das asas para dar forte pancadas no oponente. Os machos são mais belicosos. Nas disputas ou quando tomam sol, deitadas de lado no chão e com a asa esticada para cima, mostram a grande área de penas negras sob a asa. Habitam as áreas abertas próximas das casas e áreas de pasto artificial. Podem ser observadas em comedouros artificiais com grãos. Às vezes, afastam aves maiores do comedouro a poder de golpes de asa. 

Veja o álbum com os visitantes alados: 




domingo, 21 de maio de 2017

Retrato de Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia.



Bruno Steinbach. Retrato de Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia. 
Acrílica/tela, 100 x 80 cm, 1995, Mossoró, Rio Grande do Norte, Brasil. 
Acervo do Museu Municipal de Mossoró.

RETRATO DE DIX-HUIT ROSADO
   Este é o retrato do eterno prefeito de Mossoró Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia, que pintei em 1995, quando lá morei no final dos anos 90. Atualmente está sob a guarda do Museu Municipal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. 
   Em época difícil da minha vida, contei com o apoio inestimável desse parente, amigo e colega do meu pai - cursaram juntos a Faculdade de Medicina da Bahia. Homem íntegro e honesto, político querido pelo povo da sua terra, por quem muito trabalhou. 
   Recebi a foto da pintura (que eu não tinha nos meus registros) e agora vai para o nosso catálogo, com muita honra e gratidão.

Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia

Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia (Mossoró, 21 de maio de 1912 - Mossoró, 22 de outubro de 1996) foi um político nascido no município de Mossoró, no estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Faleceu trabalhando, como prefeito, antes de terminar o seu último mandato, em 22 de outubro de 1996.
Dix-Huit Rosado foi médico do serviço de saúde da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte. Foi prefeito do município de Mossoró por três mandatos (1° mandato: 31 de janeiro de 1973 a 30 de janeiro de 1977, 2° mandato: 31 de janeiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988 e 3° mandato: 1º de janeiro de 1993 a 22 de outubro de 1996. Foi também deputado estadual de 1947 a 1951, deputado federal de 1951 a 1955 e de 1955 a 1959, e senador de 1959 a 1967. Casou-se com Nayde Medeiros Rosado onde teve seis filhos:Liana Maria,Mário, Margarida, Maria Cristina, Nayde Maria e Carlos Antonio.





quinta-feira, 18 de maio de 2017

A REVOLTA DOS FRANGOS

Frangos da seara derrubam voo de tucanos e outras aves raras, espalhando penas e porcarias para todos os lados no planalto central. Longe da espetacular "Lava Jato", a Polícia Federal vinha eficientemente e em surdina amealhando provas irrefutáveis contra corruptos que fazem dos seus coleguinhas delatores e delatados das outras fases e da Odebrecht meros trombadinhas. Executivos da JBS (Friboi, Seara e Big Frango) já vinham há tempos colaborando com a Justiça Federal e agora as provas vêm à tona. Puxaram uma pena e está aparecendo todo o galinheiro em revoada.
Pois é, eu avisei que um dia o helicóptero cairia...



Na imagem: Bruno Steinbach. "Brasília em Chamas". Painel em acrílica/tela, medindo 150 x 250 cm. 13 de outubro de 2014. Parahyba, Brasil. Encomenda de Inaldo Leitão, Brasília - DF.


BRASÍLIA EM CHAMAS
Que a honradez e a valentia do nosso povo, do brasileiro comum, trabalhador e desbravador - aqui representado na belíssima escultura "Os Guerreiros", mais conhecida como Os Candangos, de Bruno Giorgi - consigam reconstruir essa Nação, que, mesmo estando em chamas, conta com a esperança da Phoenix e das Asas Brancas, apoiada pelo braço justo e forte da Themis.

As chamas são para acabar com as pragas e para afastar as novas que lá pretendam se instalar...


Veja o andamento da obra:









CATÁLOGO

CATÁLOGO DAS OBRAS

OS RETRATOS

OS RETRATOS

EXPOSIÇÕES E MÍDIA

ARTISTAS BRASILEIROS 2006

JOÃO E MARIA

NO ATELIER DO ARTISTA (AGOSTO DE 2007)

NA CAVERNA (MAIO DE 2009)

NA CAVERNA (MAIO DE 2009)
Paraíba, Brasil, maio de 2009.

Ateliê de Pintura Bruno Steinbach

Seguidores

Google+ Followers

SIGA-ME POR Email

AGRADEÇO A SUA VISITA... VOLTE SEMPRE!